O QUE FIZEMOS COM O QUE SOMOS? QUEM SOU EU?

Quem sou eu e o que estou fazendo comigo é uma reflexão que faço há algum tempo, devido minha trajetória enquanto humana aqui no planeta Terra, e cheguei a algumas conclusões… […]

Neste momento da existência humana muitas pessoas ainda se perguntam: que caminho seguir na vida (principalmente quando atingem certa idade). Isso é bom, porque mudar a rota é permitido a qualquer hora. Embora muitas vezes ficamos aprisionados ao medo que sentimos em sair da zona de conforto e buscar o novo, por achar que é tarde ou não vai dar certo. Na realidade isso nada mais é do que crenças limitantes que carregamos durante a vida e que nos impedem de caminhar, justamente por não lembrarmos “Quem Somos”.

Algumas pessoas, ou a maioria, ao fazerem sua trajetória pela vida reclamam o quanto são infelizes por estarem onde estão ou estarem com quem estão, e assim, responsabiliza o outro por suas infelicidades. Essas pessoas esqueceram-se, ao longo do tempo, que são elas mesmas as responsáveis por suas escolhas.

Escolher não é fácil, mas se torna necessário quando nos sentimos incomodados, seja lá com o que for… Não escolher muitas vezes implica em ficarmos a mercê de algo que nos deixa infelizes, e isso não faz sentido para nossa estadia aqui na Terra.

Assumir as consequências de nossas escolhas pode ser difícil e desafiador, por isso permanecemos na zona de conforto e adiamos a nossa felicidade para um amanhã ilusório.

Ai eu pergunto, quando seremos felizes verdadeiramente?

A trajetória se torna mais fácil quando encaramos cada “problema” como oportunidade para algum aprendizado.

Sempre buscamos respostas no externo e esquecemos que o maior tesouro está dentro de nós mesmos.

O que estamos fazendo com o que somos?

A partir do meu questionamento sobre: o que eu estou fazendo aqui (no planta Terra) e quem Sou Eu, algumas respostas chegaram e muitas mudanças ocorreram em minha vida pessoal, profissional e espiritual. Isso originou o meu livro (lançado em dezembro de 2014), “O Despertar”.

Ao escrever “O Despertar” passei por um processo profundo de autoconhecimento, e literalmente, precisei sair da minha zona de conforto, mas valeu muito a pena porque desta forma acredito que encontrei o meu lugar no mundo.

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